Maria Sangrenta

Não há estágio da Orquestra Geração em que não se ouça falar das histórias da Maria Sangrenta à noite com lanternas e cobertores à mistura. No dia seguinte segue-se um pequeno almoço de miúdas assustadas e histéricas.

Até aqui tudo normal, não fosse eu três anos depois ter descoberto que a Maria Sangrenta de quem eles contam histórias realmente existiu e eu até já estive em casa dela e não é nada mais que a Mary Stuart ou Mary Queen of Scotts. Que estava bem longe na minha mente da descrição da dita Maria Sangrenta.

Conclusão depois de eu ter percebido quem era disse ah a Mary da Escócia sim sei quem foi, sim dessa posso-vos contar a história. Seguiu-se um: Oh professora mantenha esse espirito quinta-feira na aula, sim? Portanto quinta-feira tenho que introduzir a história da Inglaterra numa aula de Formação Musical.

E eu a pensar que a Maria Sangrenta era uma personagem fantasmagórica de bruxas e espíritos, dos meus ajuntamentos infantis e adolescentes e sai-me uma personagem histórica pela qual até nutro bastante simpatia.