À atenção dos senhores Deputados

À atenção dos parlamentares portugueses fans de marcas automóveis germânicas: por aqui boa parte dos deputados do Bundestag vão de bicicleta para o trabalho e o parque automóvel não é gerido pelos grupos parlamentares, mas pelo próprio Bundestag tendo cada cêntimo de diesel de ser justificado ou na ausência desta justificação pago do próprio bolso. 
Uma nota adicional: a chanceler alemã tem como viatura oficial um Audi A8 ( blindado, etc, etc) mas não é raro vê-la a conduzir em privado, e sem sem puridos novo-riquistas, o seu velhinho VW Golf.”

Helena Ferro Gouveia, jornalista portuguesa em Berlim

E esta hein? Vejam lá se aprendem alguma coisa… E é também por coisas destas que eles emprestam e nós andamos de mão estendida.


Malala

A Malala  dificilmente voltará a defender os direitos das raparigas em Swat, pois, segundo o cirurgião que a operou, o tiro provocou danos irreversíveis no cérebro. Se ela não o pode fazer, teremos nós que o fazer por ela, é o minimo que podemos fazer por esta e por outras meninas que vivem a mesma realidade.

Glissandos and glissandon’ts

GLISSANDO. A term unfortunately used by composers anywhere but in Italy to indicate a rapid glide over the notes of a scale on keyboard instruments and the harp, as well as a slur with no definite intervals on strings and on the trombone. Italians do not use it for the simple reason that it is not an Italian word; in fact it is not a word in any language, but a hybrid form of the French glisser (to glide or slide) with an Italian present-participle ending. The proper Italian term is strisciando.”

 

“Glissando” in the fifth edition of Grove’s Dictionary of Music and Musicians, edited by Eric Blom and published in 1954.

Interessante o artigo, de Jessica Barbour, que se baseia nesta citação, sobre as origens e usos da palavra glissando, que aparentemente de italiana não tem nada.

Adopte um Sénior!

E se pudesse nem hesitava meu velhote.

Heis a história deste Principe.

“O Boa Ventura foi encontrado a vaguear sozinho o ano passado uns dias antes do dia de Natal. Estava exausto, cheio de sede e fome. É um animal idoso que, supomos, já não servia para nada e implicava cuidados redobrados. Quem abandona um amigo quando ele mais precisa não pode esperar por uma boa Ceia de Natal. Não pode esperar por uma noite quente de Natal. Simplesmente, não pode!

O Boa Ventura fo

i acolhido no abrigo da União Zoófila e desde logo, chamou à atenção. É um animal idoso, é certo, mas também é um animal que gosta de se manter em forma. Ele dá as suas voltas, ele sobe e desce a sua rampinha preferida. Ele vai para perto dos animais mais novos saber das suas novidades traquinas, ele dá mais uma voltinha e depois termina a sua ronda deitado ao sol com um focinho satisfeito. Para ele, o melhor da vida é isto. Não anda para aí a roer sapatos ou móveis. Já não tem idade para essas coisas. Isso são coisas de cachorrinhos.
O Boa Ventura, ganhou também várias alcunhas. Entre todas, a que melhor lhe assenta é a de Príncipe Real. Ele é um Príncipe, de facto. Muito gentil e meigo conosco e com os da mesma espécie. Dá-se bem com todos à sua volta e adoro ser apaparicado por qualquer mão amiga. 

O nome dele é Boa Ventura mas será sempre um Príncipe (Real). Encontrou um sapatinho de cristal e agora procura pela dono/a do sapatinho.”

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