“…most historians now trace the end of the American Empire to a weekday morning in 2014”

“There were many proximate causes—a gridlocked political system, a lingering recession-induced malaise—but most historians now trace the end of the American Empire to a weekday morning in 2014 when a cat riding a Roomba glided in front of a wireless webcam.”

“Within seconds, a clip of the event (“Watch This Hitler Roomba Cat Survive a Lego Disaster”) had four million views. Within minutes, an estimated fifteen per cent of all American workers were glued to the live feed, waiting to see what would happen next. They might have drifted away, but the cat’s furious efforts to extract itself from the tripod directed the Roomba into the street, into the path of an oncoming school bus. It was saved by the swift action of a passing Vietnam veteran, who swooped in on his wheelchair and yanked the cat out of the way as the children on the bus applauded.”

Brass Wires Orchestra

Lançaram finalmente o primeiro cd, são a única banda portuguesa que me excita e me faz ouvir a música e querer assistir aos concertos, num meio musical cada vez mais pobre são uma lufada de ar fresco. Uma sonoridade que não é inovadora mas que tem o seu quê de autenticidade e um cariz muito particular, conferem muita energia aos temas.
São o único grupo português de música “popular” que recomendo sem margem alguma para dúvidas.
Ouçam, assistam e comprem!

Há pessoas verdadeiramente extraordinárias – Carolina Tendon

E só pessoas assim, mesmo que já não se encontrem entre nós têm direito a este tipo de homenagem.

O texto é do Pedro Pinto namorado da Carolina.

 

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O sol voltou a nascer há algumas horas e eu não seria capaz de fechar os olhos sem antes ler todas as fitas que te escreveram, Carolina.

O dia começou cedo e durante a manhã acompanhei a Bênção das Pastas onde te dedicaram uma oração e onde leram um texto da tua autoria.
Nesse texto fazes um apelo: “Unam-se!”.
E foi unidos que encontrei os teus colegas de Veterinária.

Já em casa e à medida que ia lendo as dezenas de fitas que engrossam a tua capa, fui-me apercebendo de alguns pontos em comum.
O teu sorriso, o teu cabelo comprido e ondulado, aqueles jeitos só teus, a tua atitude sempre positiva, os conselhos, a dança… tu. A “minha” Carolina!
Seja pelos olhos dos teus familiares, amigos, colegas ou professores, tu és a mesma pessoa. E é tão bom ver a tua genuinidade, simplicidade e alegria de viver espalhada por aí, em tantos corações que se uniram para celebrar o dia de cada um e, ao mesmo tempo, o dia de todos. A Queima das Fitas.

Foi esse o motivo que me levou até Évora no dia 7 de Junho de 2014.
(Obrigado por não me teres deixado ir sozinho. 7!)

Foi com a tua capa por cima do ombro esquerdo que me misturei com os teus colegas de curso. Mão esquerda a segurá-la em frente ao coração enquanto as fitas abanavam com o vento na capa que trazia na mão direita.
Um rapaz de camisola verde, calças de ganga e sapatilhas, no meio dos estudantes trajados a rigor.

Avançávamos aos poucos e eu ia tentando conter as lágrimas. Não foi fácil.
Era suposto eu estar junto das outras pessoas, a ver-te. A fotografar-te, muito provavelmente. Mas aquele momento não era para a minha emoção.
Quis estar presente para cumprir uma missão e era esse o meu papel naquele momento. Foi esse o meu foco.

Chegou a tua vez.
“Pela Carolina Tendon”, ouviu-se.

Depois… depois toda a gente aplaudiu e recebeste uma ovação gigantesca!
Fotografias, cumprimentos, vinho, mais fotografias e ponta da fita queimada.
Num gesto simples agradeci, por ti, às pessoas que não paravam de fazer barulho.

Ia “sair de cena” quando os notáveis me “empurraram” para a frente, para perto da piscina. Com a capa em frente ao joelho que estava perto do chão, olhei para a água e lembrei-me das tuas conversas sobre “o mergulho”:
“Quem é que me vai atirar? Tu não tens força para pegar em mim!…”
Podia não ter força para te levantar do chão e muitas vezes faltam-me forças para me levantar desse mesmo chão, mas tenho força que baste para te trazer do céu sempre que precisar de ti por perto. E hoje havia muita gente a precisar de ti ali.

Aproveito para agradecer. Por todas as fitas e a todos aqueles que foram ter comigo e que me deixaram algumas palavras daquelas que se guardam.
Uns conhecidos, outros desconhecidos, mas todos com muito orgulho e admiração. Com carinho para ti.
“E para a Carolina Tendon não vai nada, nada, nada? TUDO!”

Voltando às fitas, muitos escreveram sobre o facto de não poderes estar fisicamente ali naquele momento e sobre a falta que fazes…
Sobre a saudade.
Espero que a minha presença tenha camuflado um bocadinho esse sentimento.
Eu vejo-te nos teus colegas e nem precisei de ler as fitas.
Bastou olhá-los nos olhos.
Bastou abraçá-los.
Bastou ouvi-los.

Dei-lhes os parabéns e desejei-lhes boa sorte para o futuro.

E no que toca ao futuro, é tão bonito lê-los. Perceber o quanto a tua partida mudou as suas vidas. A inspiração constante que tens sido e que vais sempre ser.
As boas memórias que guardam e os sorrisos que não esquecem.
Foi por isso que, mesmo de lágrimas nos olhos, não deixei de sorrir nem de sentir que, mais uma vez, estive presente num dos momentos mais importantes da tua vida.

Eu pensava que estava por estares.
Hoje percebi que estive por amar.
Hoje estive porque te amo.

Parabéns minha Carolina!

Agora já posso dormir.

 — com Carolina Tendon emUniversidade de Évora.”

Camerata Atlântica

Já aqui tinha falado deles há uns meses, a Camerata Altlântica é uma lufada de ar fresco no panorama musical português, é constituída por óptimos músicos, que tocam um repertório sul americano, dando-nos a conhecer compositores pouco ouvidos em contexto europeu.

Proporcionaram-nos sem sombra para dúvidas um dos melhores concertos dos Dias da Música 2014 no CCB que está agora parcialmente disponível através do Youtube, não hesitem e ouçam.

Esperemos que nos brindem brevemente com mais actuações deste nível.

Violinos I
Ana Beatriz Manzanilla
Maria José Laginha
João Andrade

Violinos II
Paula Carneiro
Nariné Dellalian
Francisca Fins

Violas
Pedro Saglimbeni Muñoz
Bárbara Pires

Violoncelos
Nuno Abreu
Jeremy Lake

Contrabaixo
Manuel Rêgo

 

 

Let it Go!

“This is a cover of “Let it Go” from Frozen, but with changed lyrics to reflect how I feel about finally getting and coming to terms with an ASD – Autism Spectrum Disorder – diagnosis. It also goes out to everyone on the AS spectrum, especially the girls, and especially the girls that weren’t diagnosed until adulthood. This song reflects mostly how I felt growing up – being stared at when I had a bad meltdown, people not understanding me, etc – though most of it still applies to my life now. I hope it’s relatable to other Aspies/Auties! I’m not a professional singer or pianist, so please no hate! I’m well aware that I was often pitchy, haha. Also, I wrote, practiced, and filmed this song in only a couple hours, so be nice! =P

FYI: Stim = “…short for ‘self stimulation’. Almost everyone does it – tapping feet, cracking knuckles, twiddling thumbs – but in autistic people these behaviors are more pronounced and may seem downright strange. Autistic people often engage in stimming when they are stressed, to self regulate and sometimes to express emotion.” ~ Urban Dictionary

Also, apparently my camera decided that my TARDIS should be in focus rather than me. I can’t say I don’t agree. ;D”

Sarah