Alunos

Estava a escrever no quadro quando um dos alunos começa a cantar o Hino Nacional alto e bom som, ele nem deu por ela acho.
Pergunto-lhe se hoje é dia especial e ele pergunta-me porquê. Respondi-lhe por nada.

É divertido dar aulas a mini “me “, até porque não me importo que cantem enquanto escrevem.

“O Pesadelo dos Ginásios Femininos” por Paula Cosme Pinto

Quando vivia em Évora tb cometi este mesmo erro, pelo que foi engraçado ler uma reacção de todo semelhante à minha.

“A tal instrutora continuava a rir e chamou-me para o centro daquela roda de mulheres aos saltos. Pensei que me ia explicar para que serviam as máquinas, mas não. Para meu espanto, bateu palmas três vezes e pediu a atenção de todas as outras mulheres. “Meninas, temos uma nova aluna. Digam olá à Paula!”, guinchou ela sem perder o sorriso. “Olááááá Paaaaaula!”, gritaram todas a uníssono. Pela minha cabeça passaram mil pensamentos, mas o que mais persistia era: “Paula Maria, sai daqui o mais depressa possível!”.”

Ainda um dia as pessoas vão perceber que isto é o pior que se pode fazer a alguém, eu não quero que saibam o meu nome, eu só quero que me deixem em paz no meu mundinho, esta coisa de ser do grupo não é de todo para mim, principalmente em grupos destes. Eu gosto de ser anónima e deixo de o ser quando EU quero!

“Quando cheguei ao fim do suplício, encheram-me de perguntas: “Então quando é que inscreve? Temos nova aluna? Gostou? Bla bla bla, bla, bla, bla”… E eu lá respondi o meu melhor “Foi agradável”, que é como quem diz: “Nunca mais cá meto os pés”. E quando saí de lá só me ocoria que se calhar ainda há em mim um bocado da Maria-Rapaz dos tempos de miúda. Ou então – e convenhamos que estou mais inclinada para isto – aquele conceito é verdadeiramente redutor e deveras irritante. Uma coisa é certa: não volto a pôr os ténis num ginasio feminino nem que me paguem. Palavra de Cosme Pinto.”

Este é um momento mais embaraçante ainda, senhora ou bem que te digo o que penso e tu não vais gostar nada ou estás a incomodar-me a mim que ando para aqui à procura de maneiras de não te magoar com a minha opinião.
É um conceito idiota para pessoas que gostam de fingir que fazem. É só para dizer que lá vão. 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-pesadelo-dos-ginasios-femininos=f756324#ixzz28E2xjXgO

“Why do We Explore Space”

Retirado daqui via Sulista, Elitista e Liberal.

Aconselho vivamente a leitura do texto integral.

” How much human suffering can be avoided if nations, instead of competing with their bomb-dropping fleets of airplanes and rockets, compete with their moon-travelling space ships! This competition is full of promise for brilliant victories, but it leaves no room for the bitter fate of the vanquished, which breeds nothing but revenge and new wars.


Although our space program seems to lead us away from our Earth and out toward the moon, the sun, the planets, and the stars, I believe that none of these celestial objects will find as much attention and study by space scientists as our Earth. It will become a better Earth, not only because of all the new technological and scientific knowledge which we will apply to the betterment of life, but also because we are developing a far deeper appreciation of our Earth, of life, and of man.”

Dr. Ernest Stuhlinger


Fotospirit

 

Este fantástico pôr-do-sol foi-nos proporcionado pela Spirit no dia 19 de Maio de 2005, na Cratera Guvev em Marte, eram 18h07m do dia Marciano, faz-nos viajar não faz?

Luna

Eu nunca faço isto, mas esta cadelinha tem um ar tão fofo, que quem poder ajudá-la por favor faça-o….

Luna

 


“Escrevo-vos porque ando a tentar encontrar uma família para uma cadela, de raça Pastor Alemão, com 5 anos.

A Luna pertence à minha mãe que, desde Novembro está muito doente não podendo, por isso, regressar a casa. Consequentemente a Luna está sózinha e sem a atenção que merece. Eu nunca poderei adoptá-la por várias razões… porque vivo num apartamento, tenho um gato…

A Luna é extremamente afectuosa com os “seus” humanos, aqueles que ela reconhece. Mas como nunca foi educada não sabe conviver com os outros cães. Calculo que quem saiba, eu não sei, consegue ensiná-la a interagir com outros cães até porque ela viveu sempre com o seu companheiro que, infelizmente, morreu em Setembro. De um ano a esta parte a vida da Luna tem sido de perdas sucessivas: em Agosto morreu o marido da minha mãe, depois o cão e em Novembro a minha mãe “desapareceu” de casa.”

Localização: Caxias

Contactos para adopção: Margarida Tavares: 916179387 // vaalfapo@gmail.com

 

Entre as coisas que mais me afligem está o que aconteceria à minha Nikas se algo me acontecesse, somos tão unidas, tão dependentes uma da outra, que imagino que ela ficaria bem triste se algo me acontecesse e eu desaparecesse de um momento para o outro da sua vida. Imagino que a Luna depois de tantos desaires, esteja tristonha e a precisar de uns miminhos.

Pudesse eu e não hesitaria em tomar conta desta princesa.