Diz que são 30!


Pois é a partir de hoje parece que faço parte já do clube dos 30. Inicia-se uma nova década cheia de páginas para preencher.
Espero que seja tão emocionante como a dos vinte pelos menos. O mais interessante é que tive a crise aos 29 e como tal os 30 chegaram tranquilamente sem maiores sobressaltos, veremos se é um presságio.

Novas vozes do Canadá!

http://www.youtube.com/v/H6urJixiepo

Lights uma jovem cantora, muito simpática, a quem fiz uma entrevista que penso publicar aqui amanhã.
Pop leve e engraçado, fica aqui o “February Air” embora a minha preferida seja o “Its over Casanova” mas a versão que está no Youtube é muito má.

http://www.youtube.com/v/iYGmME5X1ko

Outro nome promissor da música canadiana é Shawn Hlookoff, podem ouvir o último cd na página do cantor, de apenas 21 anos, aproveitem para espreitar o estranho record do Guiness de que Shawn é detentor.
O vídeo contém uma entrevista ao programa de televisão canadiano Global e é seguido da interpretação do tema “Adicted”, com que Shawn venceu um concurso de jovens talentos.

Luciano Pavarotti (1935-2007)

http://www.youtube.com/v/EwlE_qNSWLw

Última actuação de Luciano Pavarotti na abertura dos Jogos Olimpicos de Inverno Turim 2006

Goste-se ou não da pessoa em si, o que é facto é que morreu um dos maiores vultos do canto lírico do Séc. XX/XXI. O mundo da música está mais pobre.
Aliás nos últimos tempos vários têm sido os nomes que nos têm deixado, grandes referências como Schwarzkopf ou Rostropovich, só para citar dois exemplos.

Luciano Pavarotti acompanha-me desde a infância, tinha nove anos quando comecei a tentar imitar a sua voz, achava que se conseguisse imitar o Luciano Pavarotti conseguia produzir qualquer som com a minha voz, porque a voz de Luciano Pavarotti era sinónimo de perfeição vocal. Com o passar do tempo conheci outras referências e outros “idolos” mas Luciano Pavarotti ficou sempre como a referência vocal da minha infância.

Hoje fiquei triste quando ouvi a noticia da sua morte, acho que pensamos que pessoas desta grandiosidade nunca morrem, que são eternos….bem para a História nunca há-de morrer e daqui a 200 anos, o nome de Pavarotti, ainda fará parte dos manuais de História da Música como um dos maiores cantores de todos os tempos.

Como curiosidade: Pavarotti fez parte do recorde do Guiness com o maior número de chamadas a palco 165 e o cd “In Concert” dos Três Tenores foi o álbum de música erudita mais vendido.

Quero dormir!!!

O Papa morreu hoje? Não! O Papa morreu ontem? Não! Anteontem? Também não! O Papa não morreu nenhum dia das duas últimas semanas e muito menos às seis e um quarto da manhã e ao quarto para as oito da manhã? Então porque é que toca um sino de uma igreja de Évora durante exactamente 2 minutos, todos os dias, a estas horas (2 minutos às seis da manhã parecem 10)? Eu acordo com o qualquer movimento, com qualquer som, aquele sino disturba o meu sono…. Eu preciso de dormir porque senão fico irritada e mal humorada….


A lei do ruido não especifica nada em relação a sinos de igrejas, mas parece-me implícito que não deve tocar durante o período nocturno, de modo a não perturbar o repouso das populações.
Tenho duas vontades neste momento, fazer queixa às entidades responsáveis e descobrir o padre responsável para poder ir a casa dele tocar trombone a estas horas, gaita de foles também era uma boa ideia…


Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr


Pelos vistos as leis deste país não se aplicam à Igreja Católica, porque se a Tuna fosse fazer uma Serenata a policia ia logo atrás, para impedir o “ruido”….deixem ver….vozes melodiosas e guitarras ou um sino irritante….difícil de escolher…..

Os meus Anjos

http://www.youtube.com/v/XEUWFvT16f8

Relembrei esta canção graças ao post da Catarina em Lx, faz parte do rol de canções que me revolve as entranhas. Uma canção que me relembra os meus Anjos, que infelizmente por esta altura da vida já são muitos, demasiados até, devo acrescentar.

Como tal dedico esta canção a esses meus Anjos, aqueles que tocaram e tocam a minha vida e cuja passagem influenciou a pessoa que sou hoje. Dedico esta canção àqueles de quem sinto infinitas saudades….

Obrigada por fazerem parte de mim

“I can fly
But I want his wings
I can shine even in the darkness
But I crave the light that he brings
Revel in the songs that he sings
My angel Gabriel

I can love
But I need his heart
I am strong even on my own
But from him I never want to part
He’s been there since the very start
My angel Gabriel
My angel Gabriel

Bless the day he came to be
Angel’s wings carried him to me
Heavenly
I can fly
But I want his wings
I can shine even in the darkness
But I crave the light that he brings
Revel in the songs that he sings
My angel Gabriel
My angel Gabriel
My angel Gabriel”

Dido

Sono

Foto: MT

De há 3 dias a esta parte, por volta das 8:30/9:00 começo a ver tudo desfocado, as pálpebras começam a fechar e pimba durmo até ao dia seguinte.

Ainda bem que isto acontece no Verão quando as noites estão boas para desfrutar e não naqueles dias frios e chuvosos de Inverno….

Hoje não quero saber, antes dessa hora chegar, saio de casa, que Agosto é Agosto, e se não se aproveita Agosto, não se aproveita o resto do ano….


Uma coisa é certa, acordo sem restias de sono! Pudera a dormir 12 horas por dia….

Rescaldo Parisiense

Foto: MT

Os destinos mais apetecidos por vezes transformam-se em autenticas montanhas russas interiores, que nos abanam e revolvem para que no fim possamos trazer um sorriso nos lábios e a vontade de voltar. Assim foi a minha jornada em Paris, duas semanas de pura adrenalina, revolvimento, suor e algumas lágrimas. Paris “all by myself” depois de ter saltado. Uma autêntica luta entre o velho e o novo, entre a vontade de seguir em frente e as memórias e vícios do passado. Conclusão mudei, sinto-o cá dentro, penso que deixei algumas camadas da minha pele junto da velha Lutécia (sim porque as pessoas também têm camadas, não são só os ogres e as cebolas ah ah).
Confesso que a última noite no sopé da Torre Eiffel me vai ficar para sempre guardada na memória, um cenário inesquecível e tudo o que vivi naquelas duas semanas bem à flor da pele. Não consigo entender muito bem o que se passou em Paris mas é certo que voltarei,afinal na margem do Rio Sena eu sentei e chorei*!

*Plagiando Paulo Coelho, não gosto muito da escrita do senhor mas desse livro ( “Na margem do Rio Pietra sentei e chorei”) gostei!