Campanha da T-Mobile

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T-Mobile in the UK has launched an advertising campaign with the aid of a flash mob dancing in London’s Liverpool Street Station. At 11.00 am, on Thursday 15th January, 350 dancers surprised commuters passing through the railway station. The three minutes of synchronized dancing was captured on ten hidden television cameras, edited and premiered during an entire ad break in Celebrity Big Brother on Channel 4, at 9 pm on Friday 16th January.

Dancing commuters in T-Mobile Dance television commercial

The T-Mobile Life is For Sharing YouTube channel features the 3 minute video, a shortened version, a teaser, footage from the rehearsal (done at night) and reactions from the public. Members of the public are invited to create their own dance videos to share with others, or just watch great dance videos from the world of YouTube in the Dance Hall of Fame.

Commuters with cameras in T-Mobile Dance television commercial

Credits

The T-Mobile Dance campaign was developed at Saatchi & Saatchi, London, by copywriter Steve Howell, art directors Paul Silburn, Kate Stanners, Rick Dodds, and agency producer Ed Sayers.

Filming was shot by Australian director Michael Gracey via Partizan, London, with director of photography Tim Maurice Jones and producer Russell Curtis.

Editor was Diesel Schwarze. Post production was done at The Mill, London, by producer Matt Williams, colourist Paul Harrison, lead Flame artist Andrew (Barnsley) Woods, and Flame artist Jonathan Westley.

Dancing was arranged by Australian choreographer Ashley Wallen, London.

Audio post production was done at 750mph, London.

The eight music tracks used in the Dance spot were “Shout” (Lulu, 1964), “The Only Way is Up” (Yazz, 1988), “Dontcha” (Pussycat Dolls, 2007), “Blue Danube Waltz” (Johann Strauss, 1867), “Get Down on It” (Kool & The Gang, 1981), “Since You’ve Been Gone” (Rainbow, 1979), “My Boy Lollipop” (Millie Small, 1964), and “Do You Love Me?” (Contours, 1962).”

in http://theinspirationroom.com

E assim se acaba um fantástico fim de semana…

Gosto de Sol! Até assumo que possa ter sido lagarto :P, mas fins de semana como estes estavam-me a faltar, gosto de chuva aos domingos. Podia chover todos os domingos do ano, desde que os outros seis dias fizesse sol, pode estar até um daqueles frios de gelar os ossinhos, mas se está sol o coração abre e o sorriso alonga-se.

Fica na agenda a visita a Exposição do Darwin na Gulbenkian que me pareceu ser bastante interessante, hoje estava demasiada gente para o meu gosto.

Boa semana, cheia de sol espera-se!

Ctt – Correios ou loja de conveniência ?

Acabei de receber um anúncio dos CTT que dizia o seguinte:

” Encontre aqui o seu presente do Dia dos Namorados

(seguia-se um rol de presentes ideais (coff…) )

– Talonário Lugar ao Sol ( estadias em hoteis)
– Rosas em Jarra de folhas
– Bouquet de Gerberas
– livros
– esferográfica de prata
– set de casino 3 em 1
– um CD
– DVDs
– Set Banho Baunilha
– T-shirts
– Conjunto Cappucino
– Caixa em lacado para canetas
– Bombons
– Anel Solitário”

Portanto falta o champô, o pão e o papel higiénico se juntassem uns donuts se calhar começava a ir aos correios mais vezes…é impressão minha ou algo de anormal se passa na cabeça desta gente?

– Pá vou ali aos correios comprar um set banho de Baunilha!!!!

Corria-se o risco de internar a pessoa, pelos vistos o desgraçado até estava bom da cabeça.

A opinião de Mário Crespo

Está bem… façamos de conta

Ontem ( JN 9/2/09)

“Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

Canal Benfica TV

Sem perguntar como nem porquê a Clix decidiu que cá em casa haveríamos de ter o Benfica TV. Ora como os canais nacionais não passavam o Porto-Benfica, e o dito canal apregoava a Emissão Especial do jogo, lá virámos. Qual não foi o espanto, quando vemos dois comentadores sentados a olhar para a televisão na Casa do Benfica de Vila Nova de Famalicão e a fazer o relato do jogo, provavelmente estaria a dar via Sport TV.
Os comentários dos senhores e reacções eram de bradar aos céus, as sms que passavam em rodapé de alto gabarito, um espectáculo no minimo digno de Gato Fedorento ou Contemporâneos.
Parece que o Benfica nem sequer pode mandar os seus comentadores extremamente imparciais ao estádio. Fiquei entretanto a saber que o gatuno que roubava o Benfica é na realidade seu sócio ( a minha pergunta é qual o espanto? Não é essa a tradição?), outra coisa que fiquei a saber é que os arbitros tb podem ser sócios de clubes.
Nada como ver um senhor, segundo o que pude entender, chamado Zé Carlos a bater com a mão na cabeça e com o microfone na mesa, o Benfica que está sem dinheiro para mandar os senhores ao estádio pelos vistos tb deve ficar sem microfones em breve.
Nada como estas perolas para animar as tardes de domingo.
Emissões especiais de jogos em directo das mesas de uma Casa do Benfica perto de si!!!!